Os portugueses estão encerrados num colete de forças.
A partidocracia no seu esplendor já não respeita nada nem ninguém.
Pensam que são iluminados e querem convencer a sociedade disso, mas não passam de gente menor, carreiristas, yes men e oportunistas que nem vêem que estão a hipotecar as futuras gerações, a aprofundar a crise de valores e a destruir a sociedade.
Por isso rejeitaram o referendo e a discussão aprofundada sobre o problema dos homossexuais, por exemplo, por isso estão a restringir a liberdade de opinião e a perseguir abertamente e intimidatoriamente os cidadãos que ousam opôr-se à deriva totalitária.
Nesta altura do campeonato, eu acredito que só uma revolução poderá pôr termo a este estado de coisas. Sem medo da palavra, sejamos realistas: ao estado a que chegámos, isto precisa de uma grande volta.
“A revolução (do latim revolutio, “uma volta”) é uma fundamental transformação social no poder ou nas estruturas organizacionais que têm lugar num período relativamente curto de tempo.
Aristóteles descreveu dois tipos de revolução política:
1. Completa mudança de uma constituição para outra
2. Modificação de uma constituição existente.”
Fonte: Wikipedia
Revolução no sistema político e nas instituições: democracia directa, novas instituições, candidaturas independentes para o Parlamento, reforma dos partidos políticos, nova Constituição da República; igualdade de oportunidades, hierarquia do mérito e da competência, democratização do sistema educativo, judicial e da saúde.
Revolução nas mentalidades: empreendedorismo, coragem para falar e fazer, amor à Pátria; revolução na educação e no ensino, na atitude face ao trabalho, nos valores, nos princípios morais e éticos.
Revolução no sistema económico: visão, missão e projecto para o futuro de Portugal, metas ambiciosas de desenvolvimento sócio-económico, fortalecimento da estrutura produtiva do país; manter a independência nacional, tornar Portugal uma nação respeitada nacional e internacionalmente, de cidadãos livres, desenvolvidos e felizes.
O sentimento de dignidade impele-nos à acção! Com coragem e determinação porque “É a nossa luz, não a nossa escuridão, o nosso medo mais profundo”.
O caminho vai ser difícil mas temos de rasgar o colete de forças!