<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments for Blogue do DD</title>
	<atom:link href="http://democraciadirecta.biz/blogue/comments/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://democraciadirecta.biz/blogue</link>
	<description>Blogue dos membros do Movimento para a Democracia Directa - DD</description>
	<lastBuildDate>Wed, 27 Jan 2010 21:56:44 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Comment on A afirmação do senso-comum by Orlando Braga</title>
		<link>http://democraciadirecta.biz/blogue/2010/01/20/a-afirmacao-do-senso-comum/comment-page-1/#comment-183</link>
		<dc:creator>Orlando Braga</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 21:56:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://democraciadirecta.biz/blogue/?p=564#comment-183</guid>
		<description>Certo. Mas precisamos também, e pelo menos, do &lt;b&gt;sentido existencial&lt;/b&gt; na nossa sociedade --- mesmo prescindindo do sentido transcendente ou cosmológico que ordena a sociedade humana desde que esta existe. 

É preciso que as pessoas entendam de uma vez por todas que não é possível mudar a ordem do ser (a essência do ser humano).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Certo. Mas precisamos também, e pelo menos, do <b>sentido existencial</b> na nossa sociedade &#8212; mesmo prescindindo do sentido transcendente ou cosmológico que ordena a sociedade humana desde que esta existe. </p>
<p>É preciso que as pessoas entendam de uma vez por todas que não é possível mudar a ordem do ser (a essência do ser humano).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on A afirmação do senso-comum by António Balbino Caldeira</title>
		<link>http://democraciadirecta.biz/blogue/2010/01/20/a-afirmacao-do-senso-comum/comment-page-1/#comment-182</link>
		<dc:creator>António Balbino Caldeira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 19:28:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://democraciadirecta.biz/blogue/?p=564#comment-182</guid>
		<description>A tecnologia não resolve por si. Mas cria as condições para a mudança.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia não resolve por si. Mas cria as condições para a mudança.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on A afirmação do senso-comum by Orlando Braga</title>
		<link>http://democraciadirecta.biz/blogue/2010/01/20/a-afirmacao-do-senso-comum/comment-page-1/#comment-181</link>
		<dc:creator>Orlando Braga</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 03:31:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://democraciadirecta.biz/blogue/?p=564#comment-181</guid>
		<description>Segundo Eric Voegelin (em “Nova ciência da política”, e eu estou de acordo), a articulação da representatividade política em relação à sociedade, exerce-se em três níveis fundamentais: o primeiro, a representatividade no sentido constitucional ou elementar, que tem a ver com os mecanismos próprios da democracia representativa tradicional; o segundo, a representatividade no sentido existencial, que adiciona ao puro mecanismo de articulação representativa, e conforme com a constituição, a exigência da política em seguir a &lt;b&gt;ideia directriz&lt;/b&gt; que a sociedade e o povo esperam da liderança política, para que assim se realize a ideia da instituição política; e o terceiro nível, o de uma relação através da qual a sociedade se torna representativa de algo para além dela própria, ou seja, de uma realidade transcendente.

O terceiro nível não existe nas sociedades modernas, com excepção de alguns países, como os Estados Unidos. 

O segundo nível vai sendo eliminado através da construção presentista de um leviatão europeu que vai retirando paulatinamente à sociedade portuguesa a sua ideia de existência enquanto país e entidade sócio-cultural. 

O primeiro nível é o que ainda nos resta, mas está ameaçado. 

Portanto, só nos resta o primeiro nível, e tentar não só mantê-lo, como aprofundá-lo. Os meios tecnológicos, per si, podem não ser suficientes para o aprofundamento da democracia, porque esta depende sempre da participação do povo. E sem o segundo nível de articulação da política à sociedade através da representatividade no sentido existencial, os próprios meios tecnológicos correm o risco de passar a fazer parte exclusiva do primeiro nível de articulação política (como simples instrumentos de articulação, como é também a própria constituição), desligados das outras exigências da representatividade política.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo Eric Voegelin (em “Nova ciência da política”, e eu estou de acordo), a articulação da representatividade política em relação à sociedade, exerce-se em três níveis fundamentais: o primeiro, a representatividade no sentido constitucional ou elementar, que tem a ver com os mecanismos próprios da democracia representativa tradicional; o segundo, a representatividade no sentido existencial, que adiciona ao puro mecanismo de articulação representativa, e conforme com a constituição, a exigência da política em seguir a <b>ideia directriz</b> que a sociedade e o povo esperam da liderança política, para que assim se realize a ideia da instituição política; e o terceiro nível, o de uma relação através da qual a sociedade se torna representativa de algo para além dela própria, ou seja, de uma realidade transcendente.</p>
<p>O terceiro nível não existe nas sociedades modernas, com excepção de alguns países, como os Estados Unidos. </p>
<p>O segundo nível vai sendo eliminado através da construção presentista de um leviatão europeu que vai retirando paulatinamente à sociedade portuguesa a sua ideia de existência enquanto país e entidade sócio-cultural. </p>
<p>O primeiro nível é o que ainda nos resta, mas está ameaçado. </p>
<p>Portanto, só nos resta o primeiro nível, e tentar não só mantê-lo, como aprofundá-lo. Os meios tecnológicos, per si, podem não ser suficientes para o aprofundamento da democracia, porque esta depende sempre da participação do povo. E sem o segundo nível de articulação da política à sociedade através da representatividade no sentido existencial, os próprios meios tecnológicos correm o risco de passar a fazer parte exclusiva do primeiro nível de articulação política (como simples instrumentos de articulação, como é também a própria constituição), desligados das outras exigências da representatividade política.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O colete de forças by António Balbino Caldeira</title>
		<link>http://democraciadirecta.biz/blogue/2010/01/18/o-colete-de-forcas/comment-page-1/#comment-180</link>
		<dc:creator>António Balbino Caldeira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 20:49:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://democraciadirecta.biz/blogue/2010/01/18/o-colete-de-forcas/#comment-180</guid>
		<description>A revolução corresponde a uma reforma consecutivamente adiada. Acho que ainda vamos a tempo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A revolução corresponde a uma reforma consecutivamente adiada. Acho que ainda vamos a tempo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on A afirmação do senso-comum by António Balbino Caldeira</title>
		<link>http://democraciadirecta.biz/blogue/2010/01/20/a-afirmacao-do-senso-comum/comment-page-1/#comment-179</link>
		<dc:creator>António Balbino Caldeira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 20:47:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://democraciadirecta.biz/blogue/?p=564#comment-179</guid>
		<description>O paradigma da democracia directa é a aplicação à política da revolução trecnológica. A democracia representativa pode estrebuchar, mas acabará por sucumbir à necessidade de verdadeira eleição dos candidatos, à consulta popular, à transparência e à prestação de contas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O paradigma da democracia directa é a aplicação à política da revolução trecnológica. A democracia representativa pode estrebuchar, mas acabará por sucumbir à necessidade de verdadeira eleição dos candidatos, à consulta popular, à transparência e à prestação de contas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O colete de forças by Democracia Directa</title>
		<link>http://democraciadirecta.biz/blogue/2010/01/18/o-colete-de-forcas/comment-page-1/#comment-176</link>
		<dc:creator>Democracia Directa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 09:16:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://democraciadirecta.biz/blogue/2010/01/18/o-colete-de-forcas/#comment-176</guid>
		<description>[...] O colete de forças  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O colete de forças  [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Carta Aberta ao Senhor Presidente da Câmara by António Balbino Caldeira</title>
		<link>http://democraciadirecta.biz/blogue/2009/12/30/carta-aberta-ao-senhor-presidente-da-camara/comment-page-1/#comment-174</link>
		<dc:creator>António Balbino Caldeira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 14:31:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://democraciadirecta.biz/blogue/2009/12/30/carta-aberta-ao-senhor-presidente-da-camara/#comment-174</guid>
		<description>Caro Amigo

É por causa do abuso assistencialista que é necessário mudar a cultura social para uma cultura de trabalho e responsabilidade. Isso quem o pode fazer é o Estado, reformando a sua política de assistência social.

O que defendo é simples: não deve haver prestação social (rendimento mínimo, etc.) sem trabalho social.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Amigo</p>
<p>É por causa do abuso assistencialista que é necessário mudar a cultura social para uma cultura de trabalho e responsabilidade. Isso quem o pode fazer é o Estado, reformando a sua política de assistência social.</p>
<p>O que defendo é simples: não deve haver prestação social (rendimento mínimo, etc.) sem trabalho social.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Referendo sobre os casamentos homossexuais &#8211; ocasião de democracia directa by Isabel Filipe</title>
		<link>http://democraciadirecta.biz/blogue/2009/11/23/referendo-sobre-os-casamentos-homossexuais-ocasiao-de-democracia-directa/comment-page-1/#comment-169</link>
		<dc:creator>Isabel Filipe</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 20:30:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://democraciadirecta.biz/blogue/2009/11/23/referendo-sobre-os-casamentos-homossexuais-ocasiao-de-democracia-directa/#comment-169</guid>
		<description>e porque não, lançar-se uma Petição &quot;on-line&quot; no sentido de se tentar que o Referendo vá para a frente ...

mesmo que não dê em nada, faz-se barulho e incomoda-se ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e porque não, lançar-se uma Petição &#8220;on-line&#8221; no sentido de se tentar que o Referendo vá para a frente &#8230;</p>
<p>mesmo que não dê em nada, faz-se barulho e incomoda-se &#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on As penas depenadas by Isabel Filipe</title>
		<link>http://democraciadirecta.biz/blogue/2009/11/26/as-penas-depenadas/comment-page-1/#comment-168</link>
		<dc:creator>Isabel Filipe</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 20:28:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://democraciadirecta.biz/blogue/?p=544#comment-168</guid>
		<description>Sem dúvida que o nosso Código Penal tem de ser mudado ...
as penas têm de ser mudadas, para vários tipos de crime ...

mas ESPECIALMENTE para os que envolvam crianças.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida que o nosso Código Penal tem de ser mudado &#8230;<br />
as penas têm de ser mudadas, para vários tipos de crime &#8230;</p>
<p>mas ESPECIALMENTE para os que envolvam crianças.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O défice democrático  da democracia representativa by António Balbino Caldeira</title>
		<link>http://democraciadirecta.biz/blogue/2009/11/27/o-defice-democratico-da-democracia-representativa/comment-page-1/#comment-167</link>
		<dc:creator>António Balbino Caldeira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 12:35:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://democraciadirecta.biz/blogue/?p=547#comment-167</guid>
		<description>Estamos no caminho certo, meu Amigo. A pouco e pouco, o povo vai aderindo e, depois dele, inevitavelmente, os partidos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos no caminho certo, meu Amigo. A pouco e pouco, o povo vai aderindo e, depois dele, inevitavelmente, os partidos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

<!-- Dynamic Page Served (once) in 4.687 seconds -->
